Em setembro de 1987, três meses, após a morte do advogado da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e ex-deputado estadual Paulo Fonteles de Lima, escrevi uma matéria para o jornal da Arquidiocese de São Paulo, "O São Paulo", apontando o nome do articulador e um dos estrategista da morte do líder político paraense, que foi o primeiro presidente da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH) e um dos líderes da resistência à ditadura militar de 1964. Preso e torturado dentro de uma unidade do Exército brasileiro, Paulo Fonteles é um símbolo da luta pela reforma agrária e na defesa das liberdades democráticas. Dirigente do PC do B foi assassinado por pistoleiros a serviço do latifúndio, na região metropolitana de Belém, no dia 11 de junho de 1987.
Nem Greenpeace e nem o Macron roubaram a cena - Boi Marronzinho, Grupo Tunama e performance dinamizam Semana MultiverCidades
A Semana MultiverCidades da Amazônia:Acesso à Justiça e Direito Cidade movimentou nos dias 5 e 6 de novembro muitos atores sociais, em vários espaços, com uma pauta ampla: acesso à justiça, territórios, biomas, cidadania, degradação, resistência, desesperança, caminhos coletivos, saneamento, inovação, urbano, rural, intercâmbio, violência, preconceito, saberes, vulnerabilidade, etc. Tudo junto e misturado com muita cidadania. Uma sinalização clara que é preciso conhecer, enfrentar e buscar juntos, acadêmicos e lideranças populares, alternativas de solução aos problemas da comunidade. Teve reunião em auditórios e salas da Universidade Federal do Pará e visitas técnicas às comunidades. Pesquisadores pisaram no chão do Curral Cultural Boi Marronzinho, no bairro da Terra Firme, em Belém, que existe há 32 anos. Além de proporcionar lazer, atua como uma ferramenta de mobilização social e foca sua atuação nas áreas de direito à cidade, sustentabilidade, educação e segurança alimentar. Os p...




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